domingo, dezembro 30, 2007

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quinta-feira, dezembro 06, 2007

sábado, outubro 27, 2007

O Pássaro



Um pássaro azulado estava preso em sua gaiola. A única comunicação com o mundo era um pombo correio-correio, que todos os dias, sem falta, passava por lá e lhe trazia notícias. Através dessa ida e vinda de correspondências uma linda pássara encantada conheceu o pássaro azulado. Ela conhecia apenas a sua letra. Adorava a letra do pássaro. Começou a lhe entregar, diariamente, muitas cartas. Nas cartas nunca deixava de elogiar as idéias do pássaro, preso na sua gaiola particular. De outro lado o pássaro não entendia bem aquele volume de cartas que entortavam o bico do amigo pombo-correio. Pudera, a passarinha escrevia coisas lindas! O pássaro foi gostando dessa idéia e se sentiu cativo de tantas cartas perfumadas. Certa vez, como prometera, a pássara encantada apareceu por lá. Apaixonaram-se. Foram felizes! Bem, a pássara era nômade e tinha a sua natureza. Contra a natureza não se deve lutar, não é? O pássaro azul também tinha a sua natureza, porém, era preso. A pássara encantada foi-se. Tinha lá outras visitas. Nunca mais deu trabalho ao pombo-correio, que todo dia chegava com o seu bico praticamente vazio. Só restava ao pássaro escrever mais cartas a esmo. Sentia a falta da pássara. Chorava, chorava, chorava!...
Hoje voa livremente no Além-túmulo!


Ribeirão Preto, 09 de janeiro de 2004
00h02 min.




Eu Amo Você!


De todos os percalços que passamos pela vida, de todas as solidões que amarfanham o nosso coração; a triste espera consome a existência, o tempo implacável que passamos distante de um ente querido, em suma, encontramos a palavra chamada amor que espalha a sua luz entre todos os espinhos existentes.

Às vezes, sabemos, temos a certeza de que determinada pessoa nos ama, mas a simples declaração de amor faz o nosso coração explodir de alegria. Encontramos nas palavras mágicas a energia para enfrentar a tempestade.

Cientificamente sabemos que as palavras são frutos de nossos pensamentos que se condensam. Por isso quanto mais recebemos tais estímulos, recebemos com eles uma carga energética que nos vitalizam.

Diante disso, não percamos a oportunidade de dizer a alguém, que nos é importante, a frase mágica: - Eu amo você!

Carlos,


Ribeirão Preto, 27 de dezembro de 2004.
16h26






Renúncia


Uma serpe, oriunda do espaço cibernético hipnotizou o pobre navegante com sua falácia, com seu olhar penetrante e com a sua voz aveludada.

Um banquete cinematográfico foi oferecido. Os dois se fartaram de tanta delícia! Desmaiaram entre lençóis acetinados...

Em demorado transe, o pobre ser foi sugado, de todas as maneiras possíveis por aquela serpe com fisionomia dulcificada.

Um dia, a serpe foi embora e deixou o pobre, cativado pelo seu fluido. E ele chorou pela dor da ausência!

Para contentar o navegante hospedeiro, a serpe deixou uma caixinha com a sua voz. Quando o coitado sentia sua falta, eis que ouvia a voz que saía da caixinha. Era uma forma de matar a saudade.

Um dia, ao som daquela voz, o menino caiu em si; a voz possuía um tom retórico de política. Zangou-se. Para se livrar do eco cativante e não sofrer mais; do alto de uma ponte atirou a moradia da voz nas águas poluídas do Rio Ribeirão Preto. Lá se foi um sonho! Agora somente a realidade lhe interessava.

Enfim, o nosso navegante, refeito de suas forças, libertou-se dos tentáculos venenosos. Hoje ele dorme um pouco melhor.


Ribeirão Preto, 07 de setembro de 2005.
16h50











O Céu Estava Estrelado



O Céu estava estrelado. O vento bagunçava a janela como a impor a sua majestade. No quarto podíamos observar as variadas roupas íntimas abandonadas aos cantos. Também pudera a noite fora fascinante!

Recordava as nossas cenas de prazer; aquela sessão de cunilíngua demorada, demorada...

Inda posso ouvir os uivos malucos desafiando o silêncio, com o gosto de quero e quero mais, mais e mais...

Podia-se ver a imagem refletida no espelho trincado, a língua a deslizar-se suavemente pelo meu vergalhão. Meu, não, porque ali era tudo nosso! Éramos um único ser, unidos em dois corpos e confundindo-se como se fora uma só alma.

O ápice foi uma loucura! Foi um gozo demorado... recíproco. E naquele momento queríamos absorver aquela viagem longa e duradoura.

Quantos e quantos sonhos eu pude vivenciar no sono profundo!

Mágica? Sei lá, na madrugada, acordei novamente e fiquei a contemplar aquelas nádegas estonteantes. Enquanto ela dormia acariciei novamente aquela anca e lá estava a minha língua molhando todos os arredores.

Tal qual numa viagem fantástica penetrei novamente naquele mundo, só meu, num vaivém frenético. Desta vez todos os meus fluidos se esgotaram.

... e a noite continuou!

O Céu estelar registrou a cena no seu flash de luzes e cores.

E o vento continua a cantar e a bailar na janela, incentivando-nos a iniciar novas loucuras!


Ribeirão Preto, 29 de dezembro de 2004.
3h10

domingo, outubro 21, 2007

O Homem Bom
http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=137

Alma querida esqueça os desenganos,
Enobreça, pois, o teu pensamento!...
Na parábola do Samaritano
Encontramos muitos ensinamentos...


... olhares malogrados e de desdém!...
... afastou-se o sacerdote... o levita.
De fardo enfraquecido e sem vintém,
Valia menos o irmão doentio que a escrita!


À frente do companheiro abatido,
Pára, e, incontinênti se compadece;
Disse-lhe frase dócil!... — Vem comigo!
Curou as feridas em ritmo de prece.


Com termos de inexprimível beleza
Explicava o Jovem de Nazaré...
Caminhava sobre águas com leveza!
Transpunha montes com a força da fé!...


Para obter os méritos na seara
E entesourar a luz da vida eterna,
A indicação é simples e muito clara:
— Somente o amor é o recurso hodierno!...


Carlos

Ribeirão Preto, 29 de setembro de 2002.
11h45 min.

domingo, junho 24, 2007

Solidão

Solidão
Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1974


Ei-la, veemente, surge com seu manto
de púrpura na noite toda escura.
Ela, altiva, com cores de ternura;
O relógio não marca seu encanto!

O Astro Rei vem, volta, no entanto,
surgem na fronte rugas de torturas,
e, silente e surdo... Oh! Loucura:,
é a lâmina da morte sem o pranto!...

A mente desvairada obumbra,
e a alma jaz obtusa, na penumbra:
lembra da utopia como remédio.


A TV mostra o globo cor-de-rosa;
não existe o filme de outrora,
e, todo comercial é o mesmo tédio.


Ribeirão Preto, 20 de junho de 2007.
4h36

domingo, junho 10, 2007

Utopia

Utopia

Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1972

A estrela brilhou: - era o sinal;
superam-se mil marcas da afasia!
No vídeo palpitava a luz do dia,
e, fora reinava um vendaval!...

Acordei de um sonho magistral:
meu nome na pedra era fantasia.
A pedra viajou com a ventania;
só resta solidão e sem final.

Houve gritos: mistura de prazer!...
A rubrica selava um viver...
Eles morriam: - vã felicidade!

Ó Lua! Senhora dos aflitos;
escuta os rumores destes gritos
e mata o desvelo desta saudade!...


Ribeirão Preto, 22 de maio de 2007.
5h00

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

sábado, fevereiro 17, 2007

Amar, Amar, Amar...





Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=139

Quarto colonial reservado anexo;
Loucuras!... Êxtase!... “Strip-tease” conexo,
Contemplei teu lindo corpo convexo;
Disse palavras dóceis e sem nexo.

Maravilha!... Silhueta de bronze!...Perplexo!...
Arrepios malucos em todo meu plexo;
Absorvi deleites num só reflexo,
Ah! Perfume fêmeo em todo circunflexo!

Tempo interminável!... Fim de todo complexo,
Senti teu corpo, só meu, num belo amplexo,
Vi por instantes o mundo desconexo.

Naquela eternidade em decúbito flexo
Perdi todo o sentido... Todo o reflexo!
Beijei com alegria indescritível teu sexo!...

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Veio de Longe


Veio de Longe

Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1954

Jeito cigano e riso de marfim;
Sua casa tem tijolos de quimeras,
sua belle silhouette marca nova era...
...! Veio de longe... Ficou nua pra mim!

Mudo!... Diante da cama de cetim!
Tornei-me Rei! Um Rei somente pra ela!
Fomos donos da noite de aquarela!
Inda guardo o perfume de jasmim!

Sem noção, mergulhados no desejo;
Cobri seus sentidos com meus beijos,
no etéreo ficaram as emoções!

Ela vem!... Vai com sua dança faceira!...
É dona da sorte de feiticeira;
Sua magia cativou meu coração!...



Ribeirão Preto, 08 de fevereiro de 2007
17h34

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Imortal

Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=325

... Preciso tanto de ti minha amada!
Tu és, a real alegria de viver!
Meus olhos sofridos hão de te ver!
Ai Coração! Estou no fim da jornada!

Perdi-me nesta noite... Que estrada!...
Os pensamentos não mudam meu ser...
Prefiro perder a vida ao ter
A espera terrível do nada!...

As horas inúteis trazem ainda
as lágrimas!... Penso: — Serás minha?
Ouço tua música, amada imortal!

Avanço nesta agonia, uma miragem;
A marcha e o tilintar da carruagem...
Entre flores achar-te-ei, és imortal!...

Carlos,

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Alma
Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=177



Somente tu, nobre alma, acalma com teu manto este pobre;
Ainda sob o estigma da vida em pedaços,
Com tua inefável luz, oriunda do espaço,
Sustentáculo de carinho... Forte braço!
Encobre-me por inteiro... Gesto faceiro!... Como és nobre!...

Li no teu olhar. Fiz-me brilhar. Deste-me inspiração...
Alma boa, como tua palavra me esclarece!
Guardo no peito o néctar que me ofereces,
Agradeço-te de corpo e alma... Uma prece!
Soa a voz de tua ternura... Esta ventura... Ah! Coração!

Imagino a aurora, minh’alma chora por tê-la,
Ouço os acordes, acalmam m’dores,
Louvo tua presença!... Ofereço-te flores!
Encontro à razão. Atinjo os esplendores!...
... Teus carinhos afagam meus caminhos, minha estrela.

Ribeirão Preto, 07 de março de 2001.
11h00

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Sabor de Beijos

Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1951



...! Um brinde... com licor de tâmara;
Os corpos ardem!... Intenso desejo!
Ao som da chuva e sabor de beijos
Desarrumamos o cetim da cama!...

Sôfrego e com a língua insana
Posso ver o delírio nos espelhos,
Eles aplaudem com forte arpejo!...
Na alcova nada apaga nossa chama.

Translúcido!... Curto teu corpo jambo,
Quero a eternidade deste encanto;
Somos divinos na mesma magia!...

Atendo, enfim, tua cobiça de ouro,
Sorvo, sem cessar, no mesmo tesouro...
Estáticos! - já estamos noutro dia!

Ribeirão Preto, 18 de janeiro de 2007.
3h40

quarta-feira, janeiro 17, 2007

não quero perdê-la!


Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1949



Mandei-lhe um segredo ao vento;
As letras douradas no arminho
Mostram que eu não estou sozinho
E que tu moras no meu pensamento!

Chamo-te de amor; - raro sentimento!
Vejo teu vulto chegar de mansinho
Não há pedras no estreito caminho
- Que luz ilumina meus momentos!...

Em oração ao supremo oculto
Silenciosamente caio em soluços
Beijo teus pés, adorada estrela!

Chegaste com sorriso de marfim:
- Tu és minha vida tudo enfim!...
Oh! Meu Deus; - não quero perdê-la!



Ribeirão Preto, 17 de janeiro de 2007.
3h32

terça-feira, janeiro 16, 2007

Uma luz surgiu na imensidão







Machado de Carlos





Meu espírito estava em ruínas!...
Fez-se noite! Uma triste escuridão!
Uma luz surgiu na imensidão,
Nela dulcíssimo olhar da menina:

— Donde vieste com toda esta neblina
E um madrigal com tanta canção?!
— Eu sou a voz: - meu dócil coração,
Sou o amor!... Um pretérito! Uma sina!

Derramei prantos, e, no meu silêncio
Beijei louco o perfume do lenço,
E vi a nova esperança nos cristais!...

Há mais luz nos dias!... Um rumo certo!
O amor chegou! – um sonho eterno!...
Ah!... Tempestade infinda! Ah!... Nunca mais...


Carlos,
Ribeirão Preto, 16 de janeiro de 2007.
4h24

domingo, janeiro 14, 2007

VISITE


http://www.avspe.eti.br/poetas/carlos.htm

Festa dos Plexos

Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=776


Os dedos tocam... Um choque feliz!
A boca devora o corpo e o cume;
Um toque de sonhos. Ai! Que lume!
Clitóris eriçado. Tesão de matiz!...

Um beijo incrível ao gosto de anis;
A saga do amor suga o teu perfume!
Não sei... Só o beijo de língua resume,
O grito e o prazer na flor-de-lis!

O gemido e o êxtase no teu abraço,
Não medem o gozo e também o laço;
Só sei que amo, aos poucos a tua luz!

Penetro... E entre vozes arfantes,
em forma de grunhido, ouço um relâmpago,
É o fim!... Descanso na tua luz!...


Carlos

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Creio Em Anjos


http://www.youtube.com/watch?v=jzSxQMIpIXc

Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=310

Guardo tua face, doce fantasia!...

Teu raro brilho deixa-me seguro
Ah! Teu afago! Meu amor puro!
Minha vida deixou de ser vazia.

Abriste a minha visão ao futuro,
estás acima das forças... da alquimia...
Com teu clarão venci a ventania,
E transpus as barreiras deste muro.

Sinto tua destra na minha fronte
Vejo agora um novo horizonte
Canto ao mundo tua luz, tua maravilha.!...

Ah! Essa energia solar, meu coração!...
Ouço “ I have a dream “. Uma linda canção!
Digo-lhe: “I believe in angels”: - . A Letra brilha!...




domingo, janeiro 07, 2007

Lágrimas D´Alma



Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=740

Amanheceu na minha primavera!...
Olhei o infinito! Ah!... Procura querida!
- Ela estaria, em missão, noutra esfera?!
- Entendi o porquê das minhas feridas.


Passo o tempo com a alma dolorida
Não recordo de outras atmosferas
- Quais seriam as marcas mais severas?
Hoje, a mente é lúcida e esquecida.


Contemplo o reflexo da lua no lago.
Viajo em quimeras... Tudo é muito vago!...
Relembro o teu sorriso de marfim.


A natureza caminha... Calma...
O tempo, aos poucos, mudou a alma;
- O teu império, hoje, sorriu para mim!...

Carlos

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Beijos...Beijos...Beijos...


Machado de Carlos
http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=880


Os olhos cruzam, não sei o que dizer...
Tomo o seu corpo!... Ele é meu...,
e logo nossos lábios se unem num só fogo.
Os beijos dizem – Como amo você!...

O beijo!... Uma viagem... não sei porquê...
Nossas línguas... encontram... como loucas!...
Acendem as chamas, vamos ao topo;
Concluo: - Somos a razão de viver!...

...! Nossos beijos ficaram à espera...
no entanto, ei-los com sabor de pêra
ou no mágico néctar de maçã!

Nos seus beijos, fujo do meu domínio;
Guardo seus beijos no meu escrínio
como gotas de cores... das manhãs!...

Carlos,

quarta-feira, janeiro 03, 2007

MUSA



Machado de Carlos

http://ilove.terra.com.br/autores/texto.asp?idpi=1946

Eu queria tanto, tanto, e voei tanto!...
Uma cigana viu no seu cristal...
Ela não teve a idéia do quanto
Sua luz acalmou este vendaval!...

Há felicidade por enquanto;
Vivemos num espaço desigual!
Sei que sofrerei, mas, no entanto,
Achei minha amada; - Ela é Imortal!...

O tempo e o espaço fogem à vontade;
Choro; - Há uma agonia nesta saudade!
- Oh! Lábios de mel: - Como te amo!...

Supero o juízo, fujo à razão;
Levito!... Sinto só o coração!
- Ó meu Céu!... Ó meu Mar!... Como te amo!...

Carlos

Ribeirão Preto, 03 de janeiro de 2007.

2h20 min.


terça-feira, janeiro 02, 2007

PEREGRINA




http://www.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=333537

Ofusca a visão ventania alada...
Embaraça em cascata o cabelo!
Beija a pele cálida e perfumada...
E da mente faz lustroso cabedelo!

Seja eu a herdeira imperiosa...
Da volubilidade e rebeldia!
E se sentenciarem-me pecaminosa...
Demonstrarei o sentido da ousadia!

Opondo-me às impressões precipitadas...
Conduzindo a nau do próprio destino...
Rumo a paragens nunca vislumbradas...

Cantando feliz o inflamado hino...
Intitulado: “não mais encarcerada”...
Remida na fé, fulgor e desatino!

Má Herculano

Publicado no Recanto das Letras em 01/01/2007
Código do texto: T333537

segunda-feira, janeiro 01, 2007

Janis Joplin


http://www.youtube.com/watch?v=8PG2TDaJDhQ