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Ofusca a visão ventania alada...
Embaraça em cascata o cabelo!
Beija a pele cálida e perfumada...
E da mente faz lustroso cabedelo!
Seja eu a herdeira imperiosa...
Da volubilidade e rebeldia!
E se sentenciarem-me pecaminosa...
Demonstrarei o sentido da ousadia!
Opondo-me às impressões precipitadas...
Conduzindo a nau do próprio destino...
Rumo a paragens nunca vislumbradas...
Cantando feliz o inflamado hino...
Intitulado: “não mais encarcerada”...
Remida na fé, fulgor e desatino!
Má Herculano
Publicado no Recanto das Letras em 01/01/2007
Código do texto: T333537
Um comentário:
Lindo soneto! Me emocionei e me surpreendi ao vê-lo em seu blog. Me emocionei em demasia.Beijo-te com devoção, caro amigo.
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