
Abriu-se a cortina! O coração de Osíris bateu fortemente! Lá estava ela; Ísis! Toda vestida de vermelho!... Ísis - a deusa - dançava só para ele. Um espectador exclusivo. A música escolhida a dedo por ela, unia o ritmo e o requebrado sensual. À medida que ela dançava despia-se lentamente, enlouquecendo Osíris com um estrip-tease estonteante. Ele, ébrio, tentava em vão tocá-la. Não era a hora. Ela se defendia com suas garras meio fera e meio deusa.
Quando ela tirou a última peça, exibia somente os sapatos vermelhos; de saltos altos que enriqueciam seus pés. Osíris já estava no auge da excitação.
Sem demora, seguindo a balada musical, ela se dirigiu ao seu dono como uma pantera, abanando sua anca umedecida pelo néctar do cio.
Como um animal esguio, caminhou com suas quatro patas, deliciou-se, cheirou as vestes íntimas de Osíris, e com os dentes afiados sugou seu sexo ardente.
A fera faminta engolia desesperadamente o objeto de ouro de Osíris levando-o às nuvens, numa viagem extática.
De repente escureceu a mente de Osíris, ele não conseguiu segurar a explosão; o fruto oriundo do seu prazer se espargiu sobre o rosto lindo de Ísis. E ela faminta, sugou o fruto daquele amor.
... E o amor dos semideuses continuou noite adentro...
Carlos,
Um comentário:
Ufa!!!Vale uma pausa para respiração? UAU!!!!
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